Paris voltou, esta sexta-feira, a ser alvo de um ataque terrorista. Até ao momento estão confirmadas pelo menos 160 vítimas mortais.
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| Reuters |
As ameaças terão começado pela tarde, mas a falta de sustentação das mesmas levou a crer que tudo não passaria de um falso alarme. A verdade é que Paris foi esta sexta-feira, dia 13 de novembro, alvo de um dos maiores ataques dos últimos 30 anos.
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Terão sido sete, no total, os locais que foram palco da ação terrorista que, tudo aponta, ter sido protagonizada por membros do Estado Islâmico (ISIS).
O primeiro ataque aconteceu no X Arrondissent, onde dois suspeitos armados com kalashnikovs terão disparado na direção do restaurante Le Petit Cambodge. Dez pessoas morreram.
Ouviram-se igualmente explosões junto ao Estádio de França, onde decorria o embate amigável França-Alemanha. No local, a assistir à partida, encontrava-se, aliás, o Presidente francês François Hollande que foi de imediato retirado do local.
Seguiu-se um ataque à sala de espetáculos Bataclan, onde foram feitos centenas de reféns. Lá dentro estariam pelo menos três terroristas “sem máscaras e que aparentavam ter origem do Médio Oriente”, que terão gritado “isto é pela Síria” e “os nossos irmãos morrem e vocês também”. A polícia decidiu entrar no local e acabou por conseguir matar três terroristas, de acordo com as primeiras informações após o assalto das autoridades. Centenas de pessoas que assistiam ao espectáculo perderam a vida.
Enquanto isso, um novo tiroteio aconteceu, desta vez, num centro comercial na zona de Halles, não havendo informação sobre mortos ou feridos neste local.
De acordo com a France Presse foram, no total sete os locais onde decorreram os ataques: Estádio de França, Gare Du Nord, restaurante Petit Cambodge, bar Le Carrilon, Bataclan Concert Hall, Belle Equipe Bar, em Les Halle.
Perante o estado de calamidade que assolou a capital francesa, François Hollande falou ao país mostrando-se certo de que se tratava de mais um ataque terrorista, declarou o estado de emergência e encerrou todas as fronteiras.
De todo o mundo, rapidamente chegaram palavras de apoio e solidariedade, ao mesmo tempo que nas redes sociais começou a circular a informação sobre a suposta autoria dos ataques, sob a hashtag #ParisOnFire.
Depois do ataque ao Charlie Hebdo, em janeiro deste ano, a França voltou hoje a ser alvo de um novo ataque que deixa os seus habitantes em pânico. As autoridades terão mesmo aconselhado todos os parisienses a não sair de casa durante as próximas horas.
Fonte: Noticias ao Minuto
