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Delcídio fala para os empresários
O candidato da coligação Mato Grosso do Sul com a Força de Todos ao Governo do Estado, Delcídio do Amaral, vai reduzir a burocracia e a carga tributária para incentivar a construção civil.
A garantia foi dada nesta segunda-feira, 8 de setembro, durante encontro com empresários do setor na sede do Sinduscon (Sindicato Intermunicipal da Indústria da Construção), em Campo Grande.
“Eu sou engenheiro de formação e sei da enorme importância da construção civil para gerar empregos não só em Mato Grosso do Sul, mas em todo o Brasil. A minha proposta é de um governo que simplifique a vida do cidadão, dos empresários, enfim, de quem quer trabalhar. Vou adotar em nosso Estado práticas que até agora não foram utilizadas, olhando essa área com o máximo de atenção. O nosso viés é o da descomplicação. Além disso, avançaremos também na questão tributária. Montaremos um grupo com representantes de setores da economia para avaliar a questão do ICMS, inclusive o que incide sobre a construção, com regras mais claras para os investidores. O meu Governo será de boas vindas a quem investe”, disse.
O candidato anunciou também investimentos públicos para movimentar a economia. “Nosso plano é construir em 4 anos pelo menos 40 mil casas, beneficiando todas as regiões do Estado. Queremos consolidar um mercado de construção aberto, com oportunidade para todos, incentivando muitas empresas a serem protagonistas e não concentrando as obras em apenas meia dúzia de construtoras”, afirmou.
Delcídio promete trabalhar em parceria com as prefeituras e o Governo Federal para facilitar a vida dos prefeitos e desburocratizar o trâmite de processos de obras.
“Minha proposta é criar uma espécie de escritório para desenvolver projetos tendo os municípios como protagonistas e o Estado como indutor. Vamos juntos com os prefeitos a Brasília, agindo de forma articulada com a bancada, para brigar pela liberação de recursos. Hoje, em alguns municípios, você aprova a emenda, mas a prefeitura não tem o projeto que permita executar a obra, sem falar no processo de licenciamento ambiental, que é muito demorado e desestimula quem quer investir. Sem ferir a legislação, podemos estabelecer as responsabilidades do Estado e da prefeituras, onde o Estado, através desse escritório, vai servir de interface junto ao Governo Federal, o Ministério Público e o Ibama. Temos que trabalhar com agilidade na liberação do licenciamento para não prejudicar o setor”, advertiu.
Fonte: Conjunturaonline/J.CorreioMS