![]() |
Funcionários dos Correios tiveram que ser retirados nesta manhã (26/2) da agência da Rua Barão do Rio Branco por suspeita de ameaça de bomba.
Uma equipe do Bope (Batalhão de Operações Especiais ) está no local para averiguar a desconfiança dos funcionários.
De acordo com Márcio Reis, técnico dos Correios, o operador de segurança estava inspecionando as encomendas e suspeito de uma delas, após a desconfiança a mercadoria passou pelo equipamento de Raio-X.
Na imagem aparecem fios e a caixa faz barulho. Diante da suspeita a polícia foi acionada para averiguar o caso. A encomenda tem cerca de 50 centímetros e veio de Ponta Porã com destino ao Pará. Como é uma encomenda da fronteira existe uma lei fiscal que a mercadoria precisa passar pelo Raio-X.
Segundo Reis, em conversar com a polícia e pelas imagens o produto talvez seja algo relativo a maquiagem ou chapinha. Ele disse que há uns 3 anos também ocorreu uma suspeita de bomba e era uma escova dental elétrica.
O Bope está tentando entrar em contato com o remetente para abria a encomenda poque os Correios não pode dar permissão para que a caixa seja aberta. De acordo com Reis até a entrega da encomenda a responsabilidade é do remetente.
De acordo com a assessoria dos Correios quando ocorre qualquer suspeita com alguma encomenda, e no caso de bomba, os funcionários são retirados do prédio e a polícia é acionada para averiguar os fatos.
Outro caso
Em janeiro ocorreu um vazamento de uma substância química, identificada como cloreto de tionila, deixou cinco pessoas com mal-estar na agência da Avenida Calógeras e tiveram que passar por atendimento médico.
Os bombeiros tiveram de agir por mais de quatro horas para controlar o vazamento. A substância, usada pela indústria farmacêutica e também no preparo de drogas, foi encontrada pelos funcionários.
O cloreto de tionila é um líquido corrosivo, sendo proibida a sua postagem, de acordo com a legislação postal, sendo o remetente o responsável pela remessa indevida de material de envio proibido.
Na ocasião, os policiais militares precisaram usar roupas especiais para colocar os frascos em um recipiente seguro e conter o vazamento. A encomenda foi postada em Campo Grande, por uma pessoa física, com destino à Universidade de Brasília (UNB).
Fonte: Midiamax
Por: Tatiana Lemes e Nealla Machado

