| Foto: Denilson Secreta |
Campo Grande (MS) - O governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SED) e da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), realizou hoje (27) a solenidade de formatura de mais de 800 estudantes da Rede Estadual de Ensino, participantes do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd). O evento aconteceu no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande.
No primeiro semestre de 2013, o Proerd foi aplicado em 14 escolas estaduais de Campo Grande e em 93 do interior. Desde sua implantação, em 1998, o programa, que tem como objetivo propiciar o envolvimento da escola, da família e da Polícia Militar (PM) no enfrentamento à prática da violência e ao uso indevido de drogas por crianças do ensino fundamental, já atendeu mais de 118 mil estudantes de todo o Estado.
| Foto: Denilson Secreta |
A secretária de Estado de Educação, Maria Nilene Badeca da Costa, destacou a importância da integração entre policiais militares e alunos. “É uma ação preventiva contra ao uso de drogas e violência. São orientações importantes que as crianças levam para a família, para a escola e para comunidade. Além das orientações, o programa promove a integração entre a Polícia Militar e os alunos. O policial militar passa a ser um amigo da criança e esta amizade fortalece as orientações repassadas aos alunos”, afirmou Nilene.
O Proerd é um programa antidrogas criado em 1982 pela Polícia de Los Angeles, dos Estados Unidos, a partir de estudos feitos por profissionais de Pedagogia, Psicologia e por policiais. No Brasil, o programa é ministrado exclusivamente por policiais militares que são rigorosamente selecionados e possuem o curso de formação de instrutor, estando preparados para trabalhar com crianças de 9 a 12 anos, do 5º e 7º anos do ensino fundamental.
| Foto: Denilson Secreta |
O coordenador estadual do Proerd, coronel PMMS Oscar Rodrigues, destaca os bons resultados do programa. “O Proerd orienta as crianças para os problemas causados pela droga e os riscos, afastando o contato delas com as drogas. A orientação, nesta idade, é como uma vacina para que, quando eles se tornarem adolescentes, tenham mais resistência para evitar o contato com bebidas e drogas. Ver a crianças crescer em ambiente feliz e saudável, junto à família, é nosso objetivo”, afirmou o coronel Oscar.
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Para o aluno do 5º ano do ensino fundamental, Gabriel Fabrício, na Escola Estadual Padre José Scampini, participar do programa foi muito produtivo. “Recebi boas orientações sobre os problemas causados pela droga. O programa me ensinou que as drogas não prestam e não fazem bem. Também fiz boas amizades”, afirmou o aluno.
Fonte: noticiasms
Por: Boris Valerio Verbisck
Fotos: Denilson Secreta