MS investe em cirurgias eletivas para reduzir filas no SUS - Jornal Correio MS

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14/08/2012

MS investe em cirurgias eletivas para reduzir filas no SUS

O Ministério da Saúde destinou 650 milhões de reais aos estados e municípios para que aumentassem a quantidade de cirurgias eletivas nos hospitais das rede pública.

As cirurgias eletivas são aquelas que não são de emergência, como as de catarata, por exemplo.

O objetivo do Ministério da Saúde é reduzir as filas no Sistema Único de Saúde (SUS). Esses 650 milhões são o dobro do que foi investido em cirurgias eletivas no ano passado.

Muitas pessoas que aguardavam na fila de cirurgia já conseguiram ser operadas.

É o caso do comerciante Nirço do Amaral, operado da coluna há dois meses no Into, Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Ministério da Saúde.

Nirço, é claro, está muito feliz com o resultado:”A minha mão direita já não tinha mais coordenação motora, doía dia e noite, irradiava para o meu braço, muita ferroada. Eu operei dia 18, foi um sucesso mesmo, os médicos são muito bons.”

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, diz que o objetivo do Ministério é continuar reduzindo as filas do SUS:”Essa é uma grande prioridade do Ministério da Saúde reduzir o tempo de espera que a pessoa tem para fazer uma consulta, uma cirurgia.

Muitos municípios, e estados conseguiram se organizar tanto é que dobrou o número de cirurgias de catarata realizadas, mas o Ministério da Saúde quer que a gente reduza ainda mais essas filas, por isso nós estamos colocando o dobro de recursos são 650 milhões de reais para todo Brasil.”

Do total de investimento previsto, 180 milhões de reais serão para cirurgias de catarata e 210 milhões para tratamento de varizes, cirurgias ortopédicas e nas áreas de urologia, oftalmologia e otorrinolaringologia, incluindo a extração de amígdalas. Outros 210 milhões de reais atenderão às necessidades de cada estado.

Outros 50 milhões de reais serão para a realização de cirurgias de catarata nos municípios onde há pessoas em situação de extrema pobreza.(Web Rádio Saúde).